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Descubra como sair do aluguel e realize o sonho da casa própria

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Alugar ou comprar? Muitas pessoas têm dúvidas sobre como sair do aluguel e qual a melhor forma de alcançar a independência, ter uma casa ou apartamento.

As vantagens de sair do aluguel são muitas. Dentre elas, a principal é a possibilidade de ter um patrimônio próprio, que só tende a valorizar ao longo dos anos. Este ponto é crucial, tendo em vista que o investimento em imóveis é um dos mais seguros e lucrativos do mercado financeiro. Afinal, um imóvel é um bem para toda a vida e que ninguém pode lhe tirar.

Quer descobrir todos os passos necessários para sair do aluguel e finalmente conquistar o sonho da casa própria? Confira este artigo e descubra 5 dicas cruciais!

Afinal, como sair do aluguel? 

A maioria dos brasileiros sonha em adquirir a casa própria e sair do aluguel, e isso faz com que muitas pessoas acreditem que precisam passar muito tempo juntando dinheiro para conseguir realizar essa vontade.

Entretanto, além dos preços estarem cada vez mais acessíveis dentro do mercado imobiliário, uma alternativa viável para conseguir comprar um imóvel é a partir de um financiamento. 

Em geral, o financiamento é feito por meio de um empréstimo que será devolvido ao longo dos anos, contudo, com o passar do tempo esse processo se tornou mais simples. Atualmente o financiamento exige etapas e requisitos, mas se tornou muito menos burocrático.

Pensando nas pessoas que ainda não sabem se devem alugar ou comprar, mas que desejam um dia ter seu próprio apartamento e não possuem capital suficiente para isso, preparamos 5 passos para conseguir um financiamento:

1. Descubra o quanto pode gastar para sair do aluguel

A primeira etapa é importantíssima. É preciso saber o quanto você pode comprometer do seu orçamento para realizar o sonho da casa própria. Dessa forma, é possível fazer um controle prévio do quanto se pode gastar sem comprometer as despesas fixas e o conforto da sua família.

2. Busque melhores opções dentre as instituições financeiras

Independente do banco que você possui conta, faça simulações em pelo menos três instituições diferentes para ponderar quais as vantagens e desvantagens de cada um e, com essas informações reunidas, fazer a comparação de resultados.

No banco que você já é cliente e tem conta, o processo de aprovação de crédito é mais fácil, tendo em vista que eles já possuem seu cadastro e realizam toda a sua movimentação financeira.

Mesmo assim, é sempre bom procurar outras instituições que possam oferecer condições que valham a pena ir em busca da aprovação de crédito. Ao avaliar os prós e os contras, pondere fatores como: valor do imóvel, valor da entrada, taxa de juros, número de parcelas, entre outros.

Diante disso, saiba que no primeiro semestre de 2020 dois acontecimentos fizeram com que o poder de compra dos brasileiros aumentasse e trouxeram mais vantagens para financiar um imóvel.

Primeiro, o Banco Central reduziu a Selic para 3% ao ano e essa taxa básica serve de referência para outras taxas de juros (no caso, para os financiamentos). Depois, a Caixa anunciou o período de seis meses de carência para financiamentos de imóveis novos.

Dentre os bancos brasileiros, a Caixa Econômica Federal é a que possui as taxas de juros mais baixas e ótimas vantagens no que diz respeito ao financiamento.

Entretanto, independente da instituição, você precisará comprovar que pode arcar com o financiamento. Em geral, exige-se que o valor das prestações não seja superior a 30% de sua renda.

3. Reúna toda a documentação necessária

Você precisará apresentar original e cópia de seu RG e CPF perante ao banco. Se você for casado no civil ou tiver união estável, deverá apresentar a anuência, isto é, a permissão do companheiro ou companheira, já que a compra pode ser considerada nula se um dos cônjuges fizer a contestação.

Sendo assim, a documentação de ambos deve ser apresentada, incluindo contracheques, que é um documento que apresenta os rendimentos financeiros.

Se um dos dois forem autônomos, os extratos bancários precisam ser apresentados com a demonstração da movimentação da conta, bem como a declaração do imposto de renda. As análises do Sistema de Proteção ao Crédito (SPC) também são de extrema importância, visto que se houver alguma pendência o financiamento não é liberado.

4. Aguarde a aprovação do financiamento

O tempo de aprovação do financiamento é de, em média, 30 a 45 dias. A velocidade desse prazo irá depender se você já possui os documentos e conta no banco que você pretende fazer o financiamento.

Caso a aprovação dependa de um processo mais longo, em que a instituição financeira exige um número maior de documentos, o processo pode demorar até três meses para uma resposta definitiva.

Após a aprovação de financiamento, o banco irá solicitar uma avaliação do imóvel, que deverá ser feita por uma empresa especializada que irá confirmar seu real valor de mercado. Depois, as prestações serão estabelecidas e o contrato será feito para que tanto o vendedor, quanto o comprador, assinem.

Com o fechamento do contrato, o banco pagará ao vendedor e a dívida é estabelecida entre o comprador e o banco.

5. Escolha a melhor opção de financiamento

Muitas pessoas usam seu FGTS para realizar o sonho da casa própria e o financiamento é feito a partir do resgate desse fundo. Nesse caso, o imóvel é adquirido a partir do Sistema Financeiro de Habitação. O prazo para pagar é até 35 anos, ou seja, 420 meses e o valor do imóvel não pode ser superior a R$ 650 mil, sendo que o valor financiado não pode passar de R$ 585 mil.

O FGTS pode ser usado pelos trabalhadores como entrada, reduzir o valor das parcelas de um financiamento em andamento ou ainda quitar parcelas.

Nos financiamentos feitos pelo Sistema Financeiro de Habitação, as taxas de juros não ultrapassam 12% ao ano.

O financiamento pode ser feito também pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, que é usado quando os valores dos imóveis ultrapassam o permitido pelo Sistema de Financiamentos de Habitação.

A diferença é que as taxas de juros são superiores a 12% ao ano. As construtoras também possuem canais de financiamento direto com o comprador, que incluem facilidades e flexibilidade nos juros e valores.

Contudo, neste tipo de financiamento o risco é sempre maior do que aqueles financiados pelo banco, já que quando você financia um imóvel ele ainda não é seu, e sim pertence à quem o financia, no caso a construtora ou o banco. Assim, se a construtora falir, o imóvel que você está financiando pode ser usado para o pagamento de qualquer dúvida.

Esse risco aumenta ainda mais quando o imóvel a ser comprado está na planta, já que ainda será construído e você pode ficar passivo a atrasos e até mesmo a não construção da casa ou apartamento.

Por isso, sempre consulte um advogado imobiliário para lhe ajudar antes de fechar o contrato e analisar a situação da construtora perante a justiça.

Há vantagens em morar de aluguel?

Você quer sair da casa dos seus pais, dos seus parentes ou vai iniciar sua família e quer se mudar. Muitas pessoas ainda dizem que morar de aluguel é “como jogar dinheiro fora”, mas será que isso é realmente verdade?

Se você analisar da perspectiva de quem paga um percentual pequeno em troca de usufruir de um imóvel, o dinheiro do aluguel acaba sendo um investimento para morar com dignidade. Talvez não seja o melhor tipo de investimento, mas não é de todo em vão.

Por exemplo, se você mora em um imóvel que vale R$ 400 mil e paga apenas R$ 1,5 mil de aluguel, você está dando ao proprietário uma taxa de 0,37% para usar o imóvel. Esta taxa é menor até mesmo que a poupança.

O grande problema das pessoas que procuram o aluguel como opção de moradia e independência imobiliária diz respeito a procurar um imóvel cujo o valor do aluguel é superior ap que se pode pagar. Assim, no final do mês sempre falta dinheiro para fechar a conta.

No entanto, se você deseja ter uma casa e não possui perfil para ter um financiamento aprovado, o aluguel acaba sendo a melhor opção.

E então, agora que você entendeu como sair do aluguel, está pronto para planejar a compra de sua casa própria? Faça uma simulação com a JVF Empreendimentos e descubra quanto você precisa pagar para conquistar seu sonho!

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