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Descubra a renda mínima para financiar um imóvel

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Quando se pensa em comprar um imóvel financiado, uma das primeiras dúvidas que surge é: será que minha renda é suficiente?

De fato, a renda do comprador é um fator essencial para a aquisição de financiamento junto às instituições financeiras e, por isso, é necessário compreender um pouco como funcionam as exigências dos bancos em relação a esse aspecto, embora ele não seja o único a ser considerado.

Uma pesquisa feita pelo Serasa Experian apontou que 40% dos brasileiros não sabem qual a renda mínima para financiar um imóvel.

Embora esse seja um dos primeiros passos antes de realizar o sonho da casa própria, é importante ter em mente que a renda mínima adequada vai depender de outros fatores, como o valor do imóvel, o prazo de pagamento e a entrada que será oferecida pelo comprador.

Neste momento, apesar da economia do país estar fortemente impactada pela pandemia de Covid-19, comprar um imóvel financiado é uma possibilidade atrativa em função dos juros ainda muito baixos. Isso faz com que as prestações fiquem menores assim como o valor total do financiamento. Também ocorreu, no último ano, o aumento da oferta de crédito imobiliário.

A pergunta que a pessoa que pretende aproveitar essa oportunidade para realizar o sonho da casa própria deve fazer é: qual o valor do imóvel que posso comprar com minha renda atual?

Isso porque, conforme explica Matheus Santana, corretor de imóveis da JVF, a renda necessária para a obtenção do financiamento depende do valor do imóvel.

“Não podemos falar de forma geral sobre a renda mínima para comprar um imóvel, pois tudo depende do valor dele e também de outros fatores. É preciso lembrar que cada banco tem suas condições, taxas e prazos de pagamento”, pontua.

Para entender se você está pronto para comprar um imóvel é preciso saber como funciona o financiamento, as condições necessárias, a documentação e como é possível prever o valor do imóvel que cabe em sua renda.

 

O corretor Matheus Santana dá dicas sobre como dar entrada no financiamento imobiliário.  Confira o vídeo.

 

Como funciona o financiamento de imóveis?

Não há dúvidas de que uma das melhores opções para a compra da casa própria é o financiamento imobiliário, que nada mais é do que um empréstimo bancário, pois a instituição paga o proprietário do imóvel e o comprador passa a pagar ao banco mensalmente esse valor, de acordo com as condições pré-fixadas no contrato de financiamento.

Os financiamentos costumam durar até 30 anos e as parcelas são pagas com juros, que é a forma como as instituições financeiras lucram durante a negociação. Hoje, a taxa básica de juros no Brasil está muito baixa, em consequência do cenário econômico que se desenhou com a pandemia de Covid-19.

Essa é uma oportunidade de pagar menos juros no financiamento de imóveis e, dessa forma, arcar com um valor mais baixo pelo imóvel ou até pagar em menor prazo.

Cada banco, seja público ou privado, oferece condições específicas para o financiamento de imóveis. Isso em relação às facilidades de pagamento, duração do contrato, taxa de juros e limite permitido do valor do imóvel a ser financiado.

Hoje, a oferta de crédito imobiliário, que sempre esteve muito concentrada na Caixa Econômica, se expandiu e alguns bancos privados estão com opções vantajosas. Por isso, é importante que o comprador faça uma pesquisa em mais de uma instituição bancária, para comparar e encontrar aquela que atende melhor à sua necessidade.

 

A relação entre renda e valor do imóvel

O primeiro ponto que o comprador deve saber é que o financiamento é aprovado por qualquer instituição financeira seguindo a “regra dos 30%”, ou seja, o valor da parcela a ser paga mensalmente não pode ultrapassar o valor máximo de 30% da renda familiar. Dessa forma, a renda mínima para financiar um imóvel e o valor dele estão relacionados.

Porém, não só a renda do comprador é avaliada na hora do financiamento. Caso outras pessoas da família também trabalhem, como cônjuge ou filhos, é possível compor a renda contabilizando os salários de todos os moradores da casa.

Colocar mais de uma pessoa no financiamento pode aumentar o valor liberado pelo banco, permitindo o financiamento de um imóvel mais caro. É importante que o comprador saiba que precisa se organizar e ter uma ideia clara de quanto pode pagar nas prestações, para conseguir honrar este compromisso.

Outro ponto a ser considerado é o valor de entrada. Quanto maior ele for, menor será o valor financiado e, por consequência, menores serão as parcelas e até mesmo o período de pagamento e as taxas de juros.

 

Simular é o caminho

Para saber se você possui a renda mínima para financiar um imóvel, o melhor caminho é fazer a simulação de financiamento, que considera o valor do imóvel que é possível financiar, o capital necessário para a entrada e a duração do financiamento.

Uma família com renda mensal de R$ 6 mil já possui renda mínima para financiar um imóvel de R$ 180 mil a R$ 220 mil, a depender do banco, pagando uma entrada de até R$ 66 mil.

Na simulação é possível ainda fazer a distinção do sistema financeiro a ser usado. Há duas opções: o Sistema de Amortização Constante (SAC) e a Tabela Price.

No SAC, o valor das parcelas diminui ao longo dos anos em que os pagamentos são feitos. Já na Tabela Price, o valor se mantém fixo ao longo dos anos. No SAC, a amortização será maior no começo do contrato, onde a primeira parcela é em média 25% maior que na Tabela Price.

Fazer simulações não é difícil. Muitas instituições bancárias oferecem esse recurso online, como a Caixa.

A JVF também disponibiliza uma calculadora para orientar o cliente no financiamento, além do auxílio dos consultores da construtora, que podem buscar soluções para cada caso.

“Após o recebimento da documentação, oferecemos ao cliente os cenários que se encaixam em seu perfil de renda e disponibilidade de aporte para entrada em dinheiro ou FGTS”, comenta Rodrigo Marco, sócio da Promotore – consultoria, crédito e financiamento.

 

 

Comprovar é fundamental

É muito importante que o comprador que busca financiamento possa comprovar sua renda para o banco. Matheus Santana aponta que normalmente as instituições pedem os três últimos contracheques do cliente para comprovação de renda.

Para as pessoas que não são funcionários contratados pelo regime CLT, como autônomos e empreendedores, pode ser preciso juntar alguns documentos para a comprovação de rendimentos.

“Podem ser solicitados declaração o imposto de renda, prolabore, movimentação de extrato bancário e outros que comprovem a renda da pessoa”, aponta o corretor de imóveis.

Fora os comprovantes de renda, para solicitar o financiamento, a pessoa precisa apresentar original e cópia de RG e CPF. Se for casado/a no civil ou tiver união estável, deverá apresentar a anuência, isto é, a permissão do companheiro ou companheira, já que a compra pode ser considerada nula se um dos cônjuges fizer a contestação.

Logo, a documentação dos dois deve ser apresentada, incluindo contracheques ou comprovação de renda.

Além disso, as análises do Sistema de Proteção ao Crédito (SPC) também são de extrema importância, pois se houver alguma pendência o financiamento não é liberado. Estar negativado é um dos pontos que gera maior dificuldade para conseguir financiar um imóvel, segundo artigo da Editora do Serasa Ensina, Joyce Carla.

Por isso, é importante checar se existe alguma restrição ou apontamento no seu nome.

Ela enfatiza que outro critério utilizado pode ser o score de crédito, mas não há uma pontuação mínima para conseguir o financiamento, pois esse número é apenas um dos itens avaliados. Através do Serasa é possível consultar se há negativação e qual o score do CPF.

 

Outras dicas que podem ajudar a realizar o sonho da casa própria:

1 – Escolher um banco do qual você já é cliente costuma facilitar no processo de aprovação de crédito para o financiamento de um imóvel, pois ele já possui todo o seu histórico financeiro e pode dar condições melhores na negociação;

2 – Esteja preparado para os juros e taxas extras, pois, além do valor da entrada, quem está interessado em um financiamento imobiliário deve se atentar para o fato de que os principais bancos que realizam financiamento cobram uma taxa sobre o valor do imóvel;

3 – Faça um planejamento para organizar o orçamento. Isso evitará problemas no pagamento do imóvel a longo prazo, tendo em vista que esse é um compromisso que será assumido por anos, até mesmo décadas;

4 – Use o FGTS durante a negociação. É possível usar o FGTS para dar a entrada no imóvel ou complementar o valor que você já tem para esta finalidade.

 

Evitando a burocracia

Para solicitar um financiamento e, depois de aprovado, comprar o imóvel, é necessária a apresentação de documentos. Para que esta etapa não se torne um problema, é preciso se informar e se organizar para ter os documentos devidos.

Inicialmente, a comprador precisará apresentar original e cópia de RG e CPF. Se for casado no civil ou tiver união estável, deverá apresentar a anuência, isto é, a permissão do companheiro ou companheira, já que a compra pode ser considerada nula se um dos cônjuges fizer a contestação. Logo, a documentação dos dois deve ser apresentada, incluindo contracheques ou comprovação de renda. Em caso de profissionais autônomos, os extratos bancários precisam ser apresentados com a demonstração da movimentação da conta, bem como a declaração do imposto de renda. Além disso, as análises do Sistema de Proteção ao Crédito (SPC) também são de extrema importância, pois se houver alguma pendência o financiamento não é liberado.

“O financiamento imobiliário vem sofrendo simplificações constantes. Hoje, você consegue ter uma análise de crédito, em alguns casos, em questão de minutos. Com relação à documentação do vendedor, vai depender se é uma pessoa física ou Jurídica. Geralmente, não há muita burocracia, mas é sempre aconselhável estar acompanhado de um corretor certificado pelo CRECI”, indica Rodrigo Marco.

Após a aprovação do financiamento, o banco irá solicitar uma avaliação do imóvel. Esta deve ser feita por uma empresa especializada, para confirmar seu real valor de mercado. Depois, as prestações serão estabelecidas e o contrato será assinado. Com o fechamento do contrato, o banco paga ao vendedor e a dívida é estabelecida entre o comprador e o banco.

A JVF tem buscado soluções para otimizar e desburocratizar processos. Durante a pandemia de Covid-19, a empresa iniciou a venda 100% online. A coordenadora de vendas, Nane Brandão aponta a construtora agilizou a transformação digital, que já estava sendo implantada.

“Envolvemos corretores, agências e nossos clientes e produzimos material digital para embasar e fortalecer o momento da compra. Já é possível realizar toda a compra online, e hoje a JVF oferece todas as etapas digitalizadas, desde a visita virtual, negociação das condições de pagamento e análise de crédito, até a assinatura do contrato”, conta.

 

Momento para investir em imóveis?

 

Podemos citar 3 excelentes motivos que tornam esse o melhor momento para investir em imóveis:

  • Prorrogação do prazo de carência para financiamentos de imóveis novos, concedida pela Caixa Econômica Federal – agora você só precisa começar a pagar em 6 meses!
  • O segundo motivo é que agora você pode resolver a documentação para a compra do seu imóvel sem sair de casa, ou seja, é menos burocracia!
  • Por último, e não menos importante, atingimos a mínima histórica na taxa de juros (2% – jan/2021).  No fim das contas, você irá pagar menos no seu apartamento.

 

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