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Financiamento imobiliário: Dados apontam bom momento para comprar imóvel

Financiamento imobiliario
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No primeiro trimestre de 2021, a concessão de crédito imobiliário pela Caixa Econômica Federal cresceu 35,5%, na comparação com o mesmo período do ano passado. O banco concedeu R$ 28,9 bilhões em empréstimos imobiliários nos três primeiros meses do ano, assinando 134,8 mil novos contratos.

Na Bahia, o número de unidades financiadas com recursos da poupança aumentou 133,9% nos dois primeiros meses de 2021, quando comparado com o mesmo período do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Na prática, o que os números demonstram é que este é um bom momento para se fazer um financiamento imobiliário, como já vem se dizendo desde o ano passado, e os brasileiros estão aproveitando a oportunidade.

Na Bahia, em janeiro e fevereiro, foram 3.336 unidades financiadas, enquanto no mesmo período do ano passado houve o financiamento de 1.426 unidades. Não é por coincidência, porém que esse aumento acontece no período de menor taxa de juros da história do país. Afinal de contas, juros mais baixos significam pagar menos pelo financiamento.

Em 2020, a taxa básica de juros (Selic) atingiu um patamar histórico de redução, chegando a 2%, o que se manteve até o mês de março desde ano. A medida foi uma forma de manter a economia se movimentando num período de queda em função do cenário de pandemia.

 

Novas ofertas de crédito imobiliário

Ao mesmo tempo em que isso ocorreu, os bancos também lançaram novas ofertas de crédito imobiliário, criando uma competitividade que trouxe melhores condições para a compra financiada.

Nos últimos dois meses, porém, o Copom decidiu voltar a aumentar os juros, hoje em 3,75%. Para quem está pretendendo comprar um imóvel, esse patamar ainda é bastante baixo e garante uma economia considerável na hora de financiar.

Além disso, essa tendência de que a taxa de juros gradualmente volte a crescer, é um indicativo de que, mais do que nunca, é a hora de aproveitar o momento para colocar na prática o planejamento para a compra de um imóvel.

E as previsões para o mercado imobiliário são positivas. Uma pesquisa da Datastore Series, lançado no final do ano passado, apontou que mais de 12 milhões de famílias brasileiras pretendem comprar um imóvel nos próximos 24 meses.

 

Nova modalidade

A Caixa Econômica Federal lançou em fevereiro, uma nova modalidade de financiamento imobiliário corrigido pelo rendimento da poupança, mais uma taxa fixa que varia de 3,35% a 3,99% ao ano (a depender do perfil do cliente), mais a Taxa Referencial (TR). A vantagem dessa modalidade é que os juros podem ser menores em relação aos empréstimos tradicionais.

O prazo máximo é de 420 meses (35 anos), com quota de financiamento de até 80% e é possível utilizar a portabilidade de financiamento realizado com outros bancos.

Hoje, a Caixa conta com outras três opções de crédito imobiliário: o empréstimo corrigido pela Taxa Referencial, mais uma taxa fixa, que parte de 6,25% ao ano; a opção com correção pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mais uma taxa fixa que parte de 02,95%; e com taxa fixa que parte de 8% a.a.

Antes da Caixa, a modalidade corrigida pela poupança foi trazida ao mercado pelo Itaú, que apresentou uma opção nesse formato para pessoas físicas em setembro do ano passado.

 

Cresce a concessão de crédito imobiliário

 

Entendendo o financiamento

O financiamento imobiliário é oferecido por várias instituições bancárias, mas a mais conhecida neste mercado é a Caixa Econômica Federal. Tradicionalmente, ela trouxe ao mercado as melhores condições para esse tipo de crédito, além de concentrar muitos dos programas governamentais que tornaram ele mais acessível, ao longo dos anos, para os brasileiros.

Os financiamentos são feitos por instituições que pagam o valor do imóvel e parcelam essa dívida para o comprador. Até que ele quite o empréstimo, o imóvel é de propriedade da entidade financeira, que recebe o pagamento parcelado com juros e taxas. Os critérios e condições do financiamento dependem do tipo, da instituição e do perfil do comprador.

Por isso, é sempre fundamental fazer uma pesquisa dos financiamentos disponíveis em diferentes instituições bancárias para comparar possibilidades antes de escolher.

O comprador pode encontrar diversos tipos de financiamento, até dentro do mesmo banco. Rodrigo Marco, sócio da Promotore – consultoria, crédito e financiamento, aponta que a melhor forma de saber o que escolher é sempre fazer uma simulação.

É comum que o banco do qual o comprador já é cliente ofereça facilidades no processo de aprovação de crédito para o financiamento de um imóvel, mas ainda assim pode não ser a melhor condição do mercado.

 

cresce a concessão de crédito imobiliario

 

Renda e outros fatores

O fator mais importante para determinar se o comprador vai conseguir o financiamento é a capacidade de pagamento do cliente. Os bancos liberam parcelas de, no máximo, 30% da renda do comprador e é preciso ter um valor de entrada. Quanto maior for este valor, menor será o financiamento e seus custos.

Uma possibilidade é compor a renda contabilizando os salários de todos os moradores da casa, mas é fundamental  que o comprador saiba que precisa se organizar e ter uma ideia clara de quanto pode pagar nas prestações para não ter problemas de inadimplência.

É possível também usar o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) como parte do pagamento do imóvel. Para usar este recurso, o imóvel a ser comprado deve ser para fim residencial e o comprador precisa ter trabalhado por pelo menos três anos de carteira assinada, ainda que não de forma contínua.

 

Documentação

Inicialmente, para solicitar um financiamento, o comprador precisará apresentar original e cópia de RG e CPF. Se for casado no civil ou tiver união estável, a documentação dos dois cônjuges deve ser apresentada, incluindo contracheques ou comprovação de renda.

Os profissionais autônomos precisam comprovar renda com documentos como extratos bancários, demonstração da movimentação da conta e declaração do imposto de renda. Caso haja pendência no Sistema de Proteção ao Crédito (SPC), o financiamento não é liberado.

 

Simplificando processos

A JVF iniciou durante a pandemia de Covid-19, o processo de vendas 100% online. Hoje já é possível realizar toda a compra pela internet, com todas as etapas digitais, desde a visita virtual, negociação das condições de pagamento e análise de crédito, até a assinatura do contrato.

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