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Saia do Aluguel: veja como realizar o sonho da casa própria

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Alugar ou comprar? Muitas pessoas têm dúvida sobre qual a melhor forma de alcançar a independência e ter uma casa ou apartamento e sair do aluguel.

As vantagens de sair do aluguel são muitas. Dentre elas, a principal é a possibilidade de ter um patrimônio próprio, que só tende a se valorizar ao longo dos anos. Este ponto é crucial, tendo em vista que o investimento em imóveis é um dos mais seguros e lucrativos do mercado financeiro. Além do mais, um imóvel é um bem para toda a vida e que ninguém pode lhe tirar.

A maioria dos brasileiros sonha com a casa própria e sair do aluguel, o que faz com que passem vários anos juntando dinheiro para poder comprar um imóvel. Com os altos preços no mercado imobiliário, a alternativa mais viável para conseguir comprar um imóvel é a partir para um financiamento.

Em geral, o financiamento é feito por meio de um empréstimo que será devolvido ao longo dos anos. Contudo, não é tão simples assim, já que o financiamento exige uma série de etapas e requisitos, o que acaba gerando uma certa burocracia.

Pensando nas pessoas que ainda não sabem se devem alugar ou comprar, mas que desejam um dia comprar a casa própria, e não possuem um capital suficiente para isso, preparamos 5 passos para conseguir um financiamento:

1. Saiba o quanto pode gastar para sair do aluguel

A primeira etapa é importantíssima. É preciso saber o quanto você pode comprometer de seu orçamento para realizar o sonho da casa própria.

Dessa forma, é possível fazer um controle prévio de quanto se pode gastar sem comprometer as despesas fixas e o conforto de sua família.

2. Busque melhores opções dentre as instituições financeiras

Independentemente do banco que você possuí conta, faça simulações em pelo menos três instituições diferentes para ponderar quais as vantagens e desvantagens de cada um e, com essas informações reunidas, fazer a comparação de resultados.

No banco que você já é cliente e tem conta, o processo de aprovação de crédito é mais fácil, tendo em vista que eles já possuem seu cadastro e realizam toda a sua movimentação financeira.

Mesmo assim, é sempre bom procurar outras instituições que possam oferecer condições que valham a pena a burocracia da aprovação de crédito.

Ao avaliar os prós e os contras, pondere fatores como: valor do imóvel, valor da entrada, taxa de juros, número de parcelas e etc.

Dentre os bancos, a Caixa Econômica Federal é a que possui as taxas de juros mais baixas e ótimas vantagens no que diz respeito ao financiamento.

Entretanto, independente da instituição você precisará comprovar que pode arcar com o financiamento. Em geral, exige-se que o valor das prestações não seja superior a 30% de sua renda.

3. Reúna toda a documentação necessária

Você precisará apresentar original e cópia de seu RG e CPF perante ao banco.

Se você for casado no civil ou tiver união estável deverá apresentar a anuência, isto é, a permissão do companheiro ou companheira, já que a compra pode ser considerada nula se um dos cônjuges fizer a contestação.

Sendo assim, a documentação de ambos deve ser apresentada, incluindo os holerites, que é um documento que apresenta os rendimentos financeiros.

Se um dos dois forem autônomos, os extratos bancários precisam ser apresentados com a demonstração da movimentação da conta, bem como a declaração do imposto de renda.

As análises do Sistema de Proteção ao Crédito (SPC) também são de extrema importância, já que se houver alguma pendência o financiamento não é liberado

4. Aguarde a aprovação do financiamento

O tempo de aprovação do financiamento é de em média 30 a 45 dias.

A rapidez, ou não, irá depender se você já possui os documentos e conta no banco que você pretende fazer o financiamento.

Caso a aprovação dependa de um processo mais longo, em que a instituição financeira exige um número maior de documentos, o processo pode demorar até três meses para uma resposta definitiva.

Após a aprovação de financiamento, o banco irá solicitar uma avaliação do imóvel, que deverá ser feita por uma empresa especializada que irá confirmar seu real valor de mercado.

Após isso, as prestações serão estabelecidas e o contrato será feito para que o vendedor e o comprador possam assinar.

Com o fechamento do contrato, o banco pagará ao vendedor e a dívida é estabelecida entre o comprador e o banco.

5. Escolha a melhor opção de financiamento

Muitas pessoas usam seu FGTS para realizar o sonho da casa própria. O financiamento feito a partir do resgate do FGTS. Nesses casos, o imóvel é adquirido a partir do Sistema Financeiro de Habitação. O prazo para pagar é até 35 anos, ou seja, 420 meses e o valor do imóvel não pode ser superior a R$ 650 mil, sendo que o valor financiado não pode passar de R$ 585 mil.

O FGTS pode ser usado pelos trabalhadores para dar de entrada, reduzir o valor das parcelas de um financiamento em andamento ou ainda quitar parcelas.

Nos financiamentos feitos pelo Sistema Financeiro de Habitação, as taxas de juros não ultrapassam 12% ao ano.

O financiamento pode ser feito também pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, que é usado quando os valores do imóveis ultrapassam ao permitido pelo Sistema de Financiamentos de Habitação.

A diferença é que as taxas de juros são superiores a 12% ao ano.

As construtoras também possuem canais de financiamento direto com o comprador, que inclui facilidades e flexibilidade nos juros e valores.

Contudo, neste tipo de financiamento o risco é sempre maior do que aqueles financiados pelo banco, já que quando você financia um imóvel ele ainda não é seu, e sim pertence à quem o financia, no caso a construtora ou o banco. Assim, se a construtora falir, o imóvel que você está financiando pode ser usado para o pagamento de qualquer dúvida.

Esse risco aumenta ainda mais quando o imóvel a ser comprado está na planta, já que ainda irá ser construído e você pode ficar passivo a atrasos e até mesmo não construção da casa ou apartamento.

Por isso, sempre consulte um advogado imobiliário para lhe ajudar antes de fechar o contrato e analisar a situação da construtora perante a justiça.

Há vantagens de morar de aluguel?

Você quer sair da casa dos seus pais ou parentes ou vai iniciar sua família e quer se mudar. Muitas pessoas ainda dizem que morar de aluguel é “como jogar dinheiro fora”, mas será que isso é realmente verdade?

Se você ver da perspectiva que paga um percentual pequeno em troca de usufruir de um imóvel, o dinheiro do aluguel acaba sendo um investimento para morar com dignidade. Talvez não seja o melhor tipo de investimento, mas não é de todo em vão.

Por exemplo, se você mora em um imóvel que vale R$ 400 mil e paga apenas R$ 1,5 mil de aluguel, você está dando ao proprietário uma taxa de 0,37% para usar o imóvel. Esta taxa é menor até mesmo que a poupança.

O grande problema das pessoas que procuram o aluguel como opção de moradia e independência imobiliária diz respeito a procurar um imóvel cujo o valor para o aluguel é superior aquilo que pode pagar. Assim, no final do mês sempre falta dinheiro para fechar a conta.

No entanto, se você deseja ter uma casa e não possui perfil para ter um financiamento aprovado, o aluguel acaba sendo a melhor opção.

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