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Aprenda como calcular o valor do condomínio

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O valor do condomínio é algo muito importante a se levar em consideração, já que será uma dívida que irá lhe acompanhar mensalmente durante o período que você estiver usufruindo do imóvel.

O condomínio nada mais é do que uma taxa paga pelos serviços oferecidos pelo lugar onde você mora. Essa despesa é rateada por todos os moradores.

Apesar de incomodar bastante os moradores e ser frequente motivo de questionamento, esta é uma contribuição indispensável para manter as funcionalidades e conforto aos condôminos.

O condomínio deve ser colocado como uma despesa fundamental. Por isso, esse valor não deve comprometer seu orçamento, sabendo que há a possibilidade de aumentar anualmente.

Como o valor do condomínio é estipulado

Há muitas dúvidas de como o valor do condomínio é calculado e, por isso, muitos moradores acabam achando o valor injusto e superfaturado.

O valor da taxa de condomínio é calculado a partir da soma das despesas físicas com uma média das despesas gerais, isto é, aqueles gastos que não estão no orçamento fixo mas podem ocorrer e o condomínio precisa estar preparado para isso.

Confira abaixo os principais fatores que constituem as despesas do condomínio:

1. Conta de água e energia da área comum: Alguns prédios também disponibilizam wi-fi na área comum tanto para moradores quanto para visitantes;

2. Funcionários: Em geral, o gasto com o salário dos funcionários chega a até mais de 50%¨do valor total dos gastos do condomínio.

Nesses gastos estão incluídos o INSS, FGTS, férias, décimo terceiro, rescisão e benefícios, horas extras como o vale transporte.

Os encargos de serviços prestados ao condomínio, como o Imposto Sobre Serviço (ISS) também estão incluídas nessas despesas;

3. Manutenção e estrutura do condomínio: A manutenção dos elevadores, piscinas, jardim, pintura, instalação e entre outros serviços, como decoração, iluminação e etc.;

4. Água e gás para os moradores: Em alguns prédios, esses gastos é individualizado por moradia, onde o morador paga somente aquilo que consumiu. Entretanto, aqueles que não são, o gasto total é fracionado entre o número total de condôminos;

5. Gastos administrativos: Esses gastos envolvem as taxas bancárias, pagamento da administração, isenção do pagamento do condomínio pelo síndico e etc.;

6. Gastos gerais: São os gastos com material de limpeza, jardinagem, correio cartório e etc.;

7. Gastos com seguranças: despesa com câmeras, empresa terceirizada de segurança e etc.;

8. Gastos não planejados: O condomínio precisa ter uma reserva para caso um cano quebre, precise fazer um conserto, instalação ou reforma não planejada;

O que é determinante para o valor do condomínio

Ao contrário do que muita gente pensa, a estrutura do empreendimento e localização não é maior determinante para o valor do condomínio.

O que realmente determina o valor mensal a ser cobrado aos moradores é o número de funcionários que trabalham no condomínio (tendo em vista que o gasto com funcionários corresponde a aproximadamente 50% ou mais do valor total gasto com o dinheiro arrecadado com o pagamento dos moradores) e o total de apartamentos por prédios.

Dessa forma, em geral, quanto maior o número de moradias, menor será o valor pago de condomínio.

Benefícios de morar em um condomínio

Em decisão feita em reuniões e assembleias, é comum os moradores buscarem maneiras de melhorar o ambiente em que moram, investindo assim em itens que beneficiem a todos, ou seja, que sejam de interesse comum.

Ao morar em um prédio ou condomínio fechado, você pagará um valor menor por serviços que se você adquirir individualmente sairia muito mais caro, mas como você está dividindo com outros moradores é mais em conta.

A segurança também é um grande diferencial para quem mora em condomínio. Isso porque, contratar vigilância 24h e monitorar todo seu imóvel com câmera, cerca eletrificada e etc. possui um valor elevado se você for pagar sozinho.

Os empreendimentos vendidos hoje em dia, frequentemente, estão indo além da chamada “área de lazer completa”, possuindo academia, salão de jogos, lounge, área para descanso, salão de festas e etc.
Pense que você irá pagar o condomínio, mas poderá economizar em segurança, lazer, área de festa, academia (muitos condomínios oferecem esse benefício a seus moradores) e dentre outros aspectos.

E se eu atrasar o condomínio? O que acontece?

Essa é uma dúvida muito recorrente entre aqueles que pensam em comprar ou alugar um apartamento, mas pensam no condomínio.

Lembrando que o condomínio é um compromisso que você firma quando se torna morador e a advertência relacionada à cobranças de débitos de moradores com o condomínio poderá ser realizada por meio dos Correios.

Para isso, a carta de cobrança deve ser postada com aviso de recebimento (AR). Dessa forma, não há necessidade de ir cobrar pessoalmente o condômino inadimplente.

A ação de cobrança é tida como um título executável. Isso quer dizer que após o recebimento da cobrança, o morador terá o prazo de três dias úteis para quitar seu débito ou ainda indicar bens para leilão.

Inclusive a propriedade em questão pode ser usada para pagar a dívida.

Taxa de fração ideal ou taxa de fração por unidade? O que isso quer dizer?

A manutenção da área comum do condomínio é de responsabilidade dos moradores. Por isso, é cobrada a taxa de condomínio.

Entretanto, o modo como a taxa de condomínio é arrecadada pode varias de acordo com o local. Há duas formas aceitas de cobrança, que são: fração unitária e fração ideal.

Esta variação acaba gerando um grande debate entre as administradoras, moradores e síndicos, já que as diferentes categorias possuem opiniões diversas sobre a cobrança.

Em alguns prédios é aplicado o sistema de cobrar a mesma cota por moradia, independente o tamanho, enquanto que em outros a fração ideal.

A fração ideal compreende que os condôminos de imóveis de maior valor, como coberturas e apartamentos duplos, sejam responsáveis pelo pagamento de um valor maior, que é proporcional ao tamanho da da propriedade.

Qual a função do administrador do condomínio?

Cada condomínio deve possuir um administrador para gerir. Esta é uma função de grande responsabilidade que também pode ser transferida para uma administradora especializada nesse tipo de gestão.

No caso de transferir as responsabilidades de gestão do condomínio para uma administradora, tudo deve está definido e detalhado em um contrato para que ambas as partes estejam amparadas.

As funções desse profissional são definidas pelo Art. 1436 do Código Civil, e são:

a) Convocar a assembleia dos condóminos;

b) Elaborar o orçamento contendo as receitas e despesas relativas a cada ano;

c) Fazer a verificação da existência de seguro contra o risco de incêndio, propondo à assembleia a soma total do valor necessário para este seguro;

d) Cobrar as receitas e efetuar as despesas comuns;

e) Exigir dos condôminos a sua quota-parte nas despesas aprovadas;

f) Realizar os atos conservatórios dos direitos relativos aos bens comuns;

g) Regular o uso das coisas comuns e a prestação dos serviços de interesse comum;

h) Executar aquilo que for deliberado nas assembleias dos condôminos;

i) Representar legalmente os condôminos perante as autoridades administrativas;

j) Fazer a prestação de contas à assembleia dos condóminos;

l) Assegurar a execução do regulamento e das disposições legais e administrativas relativas ao condomínio;

m) Guardar, organizar e manter todos os documentos que digam respeito ao condomínio.

Além disso, cabe ao administrador fazer tudo aquilo que for definido em comum acordo nas assembleias.

Agora você já sabe calcular valor do condomínio, fique atento para não ocorrem cobranças indevidas. Participe das reuniões e pergunte tudo que puder para que não reste mais nenhuma dúvida e você possa desfrutar tudo que o seu prédio e o seu condomínio oferece.

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